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Mostrando postagens de Outubro, 2015

Como tudo começou...

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Comecei a escrever contos por volta dos 20 anos de idade (1998), mas apesar da vontade de um dia publicá-los, naquela época escrevia em um caderno que foi extraviado junto com a minha bagagem em uma viagem de trabalho para Belém e, aborrecida, terminei perdendo o interesse de recomeçar do zero. O tempo foi passando e ao longo desses 17 anos escrevi algumas coisas muito despretensiosamente, mas que me rendiam boas gargalhadas, entre outros sentimentos, em momentos de ócio.  Em 2009 fui tocar em uma festa aqui em Salvador e uma pessoa me segurou pelo braço para dizer que apesar de adorar o som que eu fazia, a música não me levaria pra lugar nenhum. Que eu seria uma escritora e que faria isso até ficar velhinha. Na hora achei meio louco e dei risada, porque estava completamente fora de qualquer possibilidade no contexto que vivia, mas olha eu aqui!!! Outro dia mandei um inbox no facebook para ela para falar sobre o assunto e ela não tinha a consciência dessa conversa. Acha que me deu um r…

Gente que sente...

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Gosto de gente que não se importa com as cifras, o status, a pompa. Que dá valor ao sorriso sincero, o calor no abraço, a retidão na palavra. Gente que gosta da verdade... Gente que guarda lembranças e sente saudade. Gente que assim como eu sabe de onde veio e onde pretende chegar. Que atropelou adversidades e engoliu mágoas, mas que ainda assim sorri, perdoa e ama. Que se libertou de amarras imaginárias e sonha. Que olha atentamente ao seu redor e que, mesmo fascinada com a beleza do mundo de fora, mergulha para dentro de si buscando encantamentos para dividir com outros. Que não deixa de acreditar que ainda existe gente que vale a pena e que segue em frente, crente que muito ainda está por vir... Consumindo um pouco de tudo e doando o que tem de melhor. Gosto de verdade de gente... De gente que tira o mundo do bolso e só sente!
Renata Dias