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Mostrando postagens de Janeiro, 2016

O quarto do conto: A capa & eu

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A trilogia inteira foi escrita entre 2012 e 2013 e somente quando estava tudo finalizado, amarrado e conexo, é que decidi que tentaria publicar. Era uma escritora de primeira viagem, mas não uma aventureira a fim de lançar um livro a qualquer custo. Tive receio de que em algum momento me sentisse desestimulada, faltasse inspiração ou acontecesse algo que me impedisse de continuar. Somente em fevereiro de 2014 é que dei o primeiro passo rumo a concretização desse sonho. Muita gente acha que quando um autor/escritor senta na frente de um computador para escrever um livro, ele já tem desenhado todo o conteúdo. No meu caso eu tinha sim rabiscado o que pretendia para cada personagem, mas no desenrolar dos romances, foram surgindo novas possibilidades e eu jamais poderia prever obras com tantos detalhes. Isso acontece a cada linha escrita e sim, amei que o resultado tenha sido diferente do que eu havia imaginado.
Engraçado que uma vez ouvi que: Quem não te conhece vai te ver como mais uma aut…

Feliz dia do leitor!

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A gente ouve muito por aí e até pode soar clichê, mas como George Martin citou, "um leitor vive mil vidas antes de morrer". Há um tempo, coisa de poucos anos, me encontrava perdida e sem rumo. Com vários questionamentos em relação ao meu futuro e ao que eu gostaria de fazer para ser feliz. Nunca consegui trabalhar focando apenas no financeiro e vamos ser realistas que ganhar dinheiro com literatura no Brasil é para quem está lá na minha frente, já que acabei de fazer aniversário de 1 ano de primeira obra publicada. Quem sabe um dia? ... Mas a grande verdade é que escrevendo eu conheci o prazer genuíno. Não por desenvolver romances no gênero HOT, mas porque me entrego a cada parágrafo e personagem como se ele já fosse amado/odiado por quem os "conhece". Eles são reais para mim. Permeiam meu imaginário e me preenchem de fantasias. Me questiono por eles, me coloco nos seus lugares ou fujo para fazê-los ser exatamente o meu oposto. Pinceladas de realidade inventiva em un…

Feliz outro ano!

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Olho para trás e não me arrependo das minhas escolhas. As erradas me fizeram adquirir consciência para passos futuros. As certas me fizeram estar onde estou. "Bom ou ruim" é assim que é e é nesse lugar que me pertence, que agradeço por nunca ter precisado fazer ninguém de muleta para ser qualquer coisa na vida. Não preciso esperar virar o ano para fazer considerações... Minhas reflexões são diárias. Estou sempre escrevendo algo sobre isso para vocês! Renovam-se as esperanças e o desejo de um mundo melhor, mas lá no fundinho a gente sabe que hoje é só um dia depois de ontem. A mudança deve acontecer de dentro para fora e não só da boca pra fora. Existe um tempo para fazermos isso acontecer e esse é o agora... Observem suas atitudes. Avaliem seus diálogos. Sejam coerentes e não esqueçam de abusar do bom senso. Guardem suas inconveniências no bolso. Admitam suas preferências, mas abandonem os preconceitos... Sejam humanos. Sejam gente. Tenham compaixão pelos seus semelhantes, mas lembre…